Crer é guerrear

Morrer pode ser como quando a gente dorme e não sonha, simplesmente não há nada, não sabemos que existimos, como antes de nascermos que não havia consciência, ou pelo menos não lembramos. Mas morrer também pode ser algo maravilhoso (ou terrível) como tentam descrever as religiões por aí, ou talvez como nenhuma ainda descreveu – o que parece impossível diante de tantas ideias sobre vida pós-morte -, pode haver algo de nós que sobreviva, quem sabe afinal?

O apego a ideias concretas gera a guerra religiosa que vemos, todo mundo querendo ensinar como devemos ser, mas ao mesmo tempo cada um por si. “Meu Deus não gosta de tal e tal coisa, mas, mesmo você não acreditando nele ele é seu Deus também.”, não é bem por aí.

A dor e o amor são factuais, não precisamos de crenças para compreendê-los, ou seja, cada moral que cada grupo tenta impor como verdade inegável (assim como muitas leis de muitos governos) são tentativas de julgar o que é certo e errado, maneiras de manter a ordem. Talvez não exista o certo e o errado como cada um acredita, mas todos preferimos acreditar que a vida faz algum sentido. Voltemos a realidade palpável, usar argumentos para justificar o ódio e causar a dor não deveria fazer parte de nenhuma religião, mas infelizmente – e felizmente-, ninguém pode nos dizer no que acreditar.

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