Revolução comunista no Brasil

No ano de 2016, o Brasil vivia uma crise político-econômica, onde havia um governo progressista que fez acordo com grandes empresas e não atendeu as pautas daqueles que os apoiavam, isso gerou uma crítica geral, a esmagadora maioria estava contra o partido de situação, assim, como de praxe, uma onda de ideais conservadores ganhou força no país. Consequentemente, houve uma ascensão de representantes conservadores dizendo que iam salvar o país, sendo apoiados pela grande massa eles assumiram o poder ganhando as eleições de forma democrática. Em pouco tempo, por pressão popular, cumpriram uma das pautas prometidas, o Estado brasileiro liberava as armas para os cidadãos.

Passados alguns anos percebeu-se que a crise não foi sanada no país, além disso, foi estabelecido um forte sistema repressivo contra aqueles que faziam críticas aos que estavam o poder. A liberdade de expressão estava findando e então a esperança do povo foi transformada novamente em grande insatisfação. “Os conservadores mentiram assim como os progressistas!”, era um discurso comum nas ruas e lares brasileiros. Vendo isto os partidos comunistas/socialistas, um pouco apagados por conta do cenário desfavorável, se uniram e com apoio internacional armaram os trabalhadores e muniram-os de esperanças novamente.

Chegado o dia da revolução, ocorreu uma grande batalha nas principais capitais do país, muitos mortos e sangue. A cabeça do presidente pendurada na entrada do congresso de Brasília mostrou o término da luta. “A nossa bandeira sempre será vermelha.”, é o lema que se escuta nas ruas, sobre sangue, suor e lágrimas.

O poder foi tomado e em pouco tempo estabeleceu-se uma ditadura do proletário, a bandeira brasileira tornou-se vermelha e amarela. O Brasil era a partir daí um país comunista, mas quem deu a grande chance disso acontecer foram os conservadores.


Este é um pequeno conto ficcional que conta como um sistema socialista/comunista foi implantado no Brasil. Nele há um pequeno relato da manipulação e do ciclo de esperança, luta e sofrimento que move a grande massa diante das distintas visões políticas. Eu não sou a favor de ditaduras e nem de sistemas opressivos.

 

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